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Quando créditos de carbono têm tudo a ver com o consumo consciente e sustentável da água

Fonte de vida e de sobrevivência, a água deveria contar com toda nossa proteção e preocupação. Mas sabemos que não é bem essa a realidade. Contaminação, desperdício e falta de investimento em tecnologias de reuso são apenas alguns dos desafios que perpetuam ano após ano quando falamos da nossa água.

Por isso, para nós é tão importante compartilhar e divulgar toda e qualquer iniciativa de uso sustentável da água. E esse é o caso de muitos dos nossos projetos de créditos de carbono.

Muitas vezes, a redução das emissões de gases de efeito estufa, necessárias para inserir um projeto no mercado internacional de carbono, significa envolver a comunidade ou o próprio processo produtivo em escolhas mais conscientes relacionadas água.

A seguir, compartilhamos quatro projetos bem sucedidos de tecnologias sociais que há alguns anos contribuem para o consumo consciente e sustentável da água e, consequentemente, para o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6

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Dori

A fábrica Dori de amendoim, balas e outros conceitos conhecida nacionalmente também é um exemplo nacional no uso consciente da água. Desde 2006, a fábrica é integrante do mercado de créditos de carbono quando decidiu substituir o óleo de xisto de suas caldeiras, grande emissor de GEE, por biomassa renovável. Também como parte do projeto de créditos de carbono, a empresa passou a realizar a gestão hídrica da sua produção ao tratar e reutilizar nos plantios toda a água residual do processo.

Compostagem

Pequenos produtores rurais de suínos agora também fazem parte do mercado internacional de carbono. Como?

O projeto de créditos de carbono trouxe como inovação social e ambiental a compostagem dos dejetos suínos. Antes diluídos em água e dispersados nos terrenos da região, gerando contaminação hídrica e dos solos, agora os dejetos se transformam em composto orgânico de alta qualidade e rico em nutrientes. Tal composto é fonte de mais renda para cerca de doze famílias, ao servir para o cultivo de grãos e hortaliças, além de poder ser vendido para a comunidade.

Ituiutaba

Em Ituiutaba, no interior de Minas Gerais, uma Cerâmica Vermelha também integra o mercado internacional de carbono. Desde 2008, a fábrica substituiu o uso de lenha nativa do Cerrado para alimentação de seus fornos por biomassa renovável. Os recursos oriundos do projeto de créditos de carbono são reinvestidos na comunidade e dão vida a iniciativas como o “Plantando Sementes, Melhorando o Mundo”, uma ação educativa que envolveu escolas da região e o plantio de 65 mil árvores nas matas ciliares do município para proteção dos cursos d’água.

Ceará Energia Renovável

O Grupo Tavares de cerâmicas também ingressou no mercado de carbono por uma produção mais sustentável. Substituíram o uso de lenha nativa por biomassa e buscaram parceiros para outras ações de sustentabilidade. Uma grande indústria de bebidas entrou na parceria e hoje fornece seu efluente industrial tratado para reutilização no processo produtivo das cerâmicas.

Além disso, as Cerâmicas envolvem e incentivam a participação das partes interessadas, por meio de consultas públicas. O projeto segue o padrão The Gold Standard®, apoiado pela WWF, que, atualmente, é a certificação mais rigorosa a nível mundial para projetos de redução de emissão de GEEs.

 

Compense as emissões de gases de efeito estufa da sua empresa com um projeto que incentiva o consumo consciente e sustentável da água.

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