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Quando créditos de carbono têm tudo a ver com educação e cultura

A história de protagonismo da cerâmica Luara, da cidade de Panorama (SP) começou ainda em 2006 quando se tornou a primeira empresa do setor em São Paulo a desenvolver um projeto de créditos de carbono.

A interrupção do uso de lenha nativa do Cerrado foi apenas o primeiro passo para uma gestão mais sustentável. Com equipamentos que possibilitam a alimentação dos fornos com biomassa renovável, a cerâmica não só passou a contribuir com a conservação da biodiversidade como passou a gerar créditos de carbono, responsáveis por incrementar a geração de renda e de oportunidades para a comunidade no entorno da fábrica.

A cerâmica é hoje uma referência em relação à produção de cerâmica vermelha de forma sustentável e já participou de diversas premiações. “Quando tomamos a decisão de participar de premiações, tais como as promovidas pelo SEBRAE ou FIESP, temos a consciência de que seremos avaliados. É uma forma de identificarmos os erros e acertos na gestão do nosso negócio”, destacou o Sr Juarez Cotrim, presidente da empresa.

De acordo com os dados mais atualizados, a cerâmica já evitou a emissão de 94.449tCo2e, preserva cerca de 109 hectares de floresta e beneficia cerca de 120 pessoas da comunidade.

O projeto de créditos de carbono da cerâmica Luara foi desenvolvido e acompanhado pela Sustainable Carbon que utilizou o padrão Carbono Social. A partir de uma metodologia própria, o Carbono Social incentiva o reinvestimento de parte da renda proveniente dos créditos de carbono em benefícios socioambientais, mantendo conformidade com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU. No caso da cerâmica Luara, boa parte dos investimentos são direcionados para ações de educação e cultura na região.

É mais que carbono, é equidade social.

Saiba mais em: www.sustainablecarbon.com/pinweb/luara