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Gestão de carbono: caminho para garantir a sobrevivência e competitividade da sua empresa no futuro

O cenário empresarial que se apresenta atualmente exige que organizações e instituições que desejam ter sucesso e continuar a se desenvolverem, atualizem suas estruturas e protocolos em relação ao meio ambiente. E são aquelas que conseguem se adaptar melhor que saem na frente nesta nova revolução industrial sustentável. Nesse sentido, existem diversas formas para uma empresa se preparar para o futuro, e uma das principais é desenvolver uma estratégia de gestão de carbono.

Mas, afinal, o que isso significa? Com o aquecimento global e as mudanças climáticas, todo o mundo voltou-se para soluções que ajudem na conservação da natureza ao mesmo tempo que permitam o desenvolvimento sustentável. Assim, a economia de baixo carbono passou a ser central em todos os países do mundo.

Isso significa que novos protocolos precisam ser colocados em prática para garantir que uma empresa emita o mínimo possível de dióxido de carbono. Além disso, também é necessário diminuir a emissão de outros gases do efeito estufa e construir mecanismos para compensar emissões. Dessa forma, uma empresa torna-se compatível com as novas exigências da economia moderna e, ainda, gera créditos de carbono para ampliar seu impacto e alcance.

Uma linha do tempo para a sustentabilidade e para o futuro

Como estas são preocupações novas para a maior parte das organizações, pode ser complicado planejar e aplicar uma estratégia sustentável apenas com recursos internos. Afinal, é necessário experiência e conhecimentos técnicos para fazer de uma empresa um destaque no futuro de carbono neutro que está se desenhando. Para isso, a Sustainable Carbon adota uma metodologia inovadora e qualificada para realizar a gestão de carbono, com as seguintes etapas:

  • Quantificar: contabilizar e mapear as emissões na cadeia produtiva para que se possa ter um diagnóstico completo de qual é o impacto da empresa no meio ambiente;
  • Reduzir: identificar fontes de emissões e planejar estratégias para reduzir os impactos para o meio ambiente e para a empresa, assim como os custos da cadeia produtiva, levando em conta o contexto de cada organização;
  • Compensar: comprar créditos de carbono para garantir a continuidade da produção. Os créditos de carbono podem ser gerados por meio de projetos que reduzem as emissões das atividades produtivas;
  • Repensar: investir em projetos com benefícios socioambientais, o que pode significar uma nova forma de impactos positivos no meio ambiente, além da renovação da imagem e dos valores da empresa.

Com essa metodologia, a Sustainable Carbon propõe diferentes estratégias de baixo carbono. Um exemplo disso são os projetos de conservação e manutenção florestal que podem ser desenvolvidos ou nos quais uma empresa pode investir. Além disso, há também abordagens para que os produtos e serviços sejam carbono zero e para que a sustentabilidade se torne vantagem na atração de clientes. E esses são aspectos muito importantes para o público, já que 87% dos consumidores tem interesse em comprar produtos que estão ligados a benefícios ambientais e sociais e 92% confiam mais em empresas que apoiam essas causas.

A transição para uma economia de baixo carbono é central para a competitividade e para a geração de valor de uma companhia. Essa é a melhor forma de se preparar para o futuro e de construir uma nova estrutura produtiva. A sustentabilidade transformou-se no maior diferencial das organizações para que alcancem seus objetivos, ainda mais quando os novos protocolos e ações respeitam o contexto e necessidades de cada empresa e de seus clientes. Essa é a verdadeira ponte para o futuro.