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Um guia de sustentabilidade para gestores municipais

03/03/2017

 

Já falamos por aqui como as cidades brasileiras têm sofrido com o aquecimento global, testemunhando a cada ano recordes de temperatura. E são justamente as atividades urbanas que fazem parte do elenco de maiores contribuintes para emissão de gases de efeito estufa. Um sinal mais do que claro que os gestores municipais precisam se engajar nessa questão.

 

Um bom exemplo

A capital do Tocantins, Palmas, tem um exemplo interessante de gestão voltada à sustentabilidade. A cidade possui um diagnóstico socioterritorial que, ao mapear a distribuição das atividades econômicas e de renda e a densidade populacional, conseguiu chegar a 117 indicadores da cidade, nas dimensões fiscal e de governança, desenvolvimento urbano, ambiental e mudanças climáticas. Nele, foram identificadas algumas fragilidades do município como a falta de áreas verdes e a preservação dos rios que hoje auxiliam a gestão a tomar decisões importantes sobre sustentabilidade.

Confira aqui o Projeto do Instituto Ecológica de Recuperação de Nascentes no TO.

Esse exemplo compõe, juntamente com o de outras cidades, alguns cases presentes no recém lançado Guia de Ação Local pelo Clima.

 

O que é o Guia de Ação Local pelo Clima?

Com uma linguagem clara e acessível, o Guia oferece um roteiro prático para auxiliar a ação concreta de gestores de municípios para que eles possam enfrentar as mudanças climáticas, reduzindo impactos e gerando oportunidades de crescimento e desenvolvimento sustentável.

O documento contém explicações sobre como o clima mudou nos últimos tempos, de forma bem didática. Além de todas as etapas de um planejamento sustentável para as cidades, com legislações e documentos de referência como apêndice.

Clique aqui e tenha acesso ao Guia de Ação Local pelo Clima.

Aproveite para compartilhar nas redes sociais para que este importante documento chegue a todos os gestores municipais.